Os Estados Unidos realizaram bombardeios na região do Estreito de Ormuz na sexta-feira, 26 de junho de 2026, horas após acusações do presidente Donald Trump contra o Irã. As ações visaram locais de armazenamento de mísseis e drones, além de equipamentos de radar no litoral sul do país, incluindo áreas próximas à cidade de Sirik. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA justificou a operação como resposta à violação do cessar-fogo assinado em 17 de junho.
Bombardeios visam instalações militares iranianas
Aeronaves americanas atacaram alvos específicos no litoral sul do Irã após relatos de agressão contra navios comerciais. Segundo o CentCom, drones de ataque iranianos comprometeram a liberdade de navegação em um corredor vital para o comércio internacional. As operações ocorreram em meio a crescentes tensões na área.
As forças americanas mantêm presença na região para garantir a passagem segura de embarcações. O Irã, por sua vez, indicou que responderia de forma rápida e decisiva às ações dos EUA. Até o momento, não há relatos de baixas confirmadas.
Contexto do cessar-fogo violado
O cessar-fogo entre as partes foi firmado em 17 de junho de 2026, mas as acusações de violação surgiram recentemente. O presidente Trump fez declarações públicas horas antes dos bombardeios, elevando a pressão sobre o regime iraniano e sua Guarda Revolucionária. O fluxo comercial pelo estreito permanece sob monitoramento constante.
Declarações oficiais sobre a operação
A agressão injustificada de forças iranianas contra navios comerciais violou claramente o cessar-fogo. Além disso, a conduta perigosa do Irã comprometeu a liberdade de navegação, em um momento em que o fluxo comercial através desse corredor vital de comércio internacional é crescente
Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CentCom)
As forças do CentCom continuam a coordenar a passagem segura e a prestar apoio a embarcações comerciais que transitam pelo estreito. As forças armadas dos EUA permanecem presentes e vigilantes para garantir que todos os aspectos do acordo com o Irã sejam respeitados, cumpridos e mantidos em pleno vigor.
Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CentCom)
Se eu vou responder? Você vai ficar sabendo em breve
Donald Trump
As autoridades americanas reforçam que continuam vigilantes para assegurar o cumprimento integral do acordo. A situação na região segue em observação por parte de organismos internacionais.